quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Com experiência inovadora, Xbox One quer ser mais do que um novo videogame

Após oito anos de vida do Xbox 360, a Microsoft lança o Xbox One, sua 3ª e mais ambiciosa investida no mercado de consoles de videogame. Tão ambiciosa que, de fato, mais do que ser a máquina de jogos ideal, o aparelho quer dominar a sua sala de estar.
É algo perceptível já no design do console, que deixa para trás as curvas e linhas arrojadas dos antepassados para assumir uma aparência mais conservadora, como um grande bloco negro e retangular, que não destoa ao lado de TVs, home theaters e outros eletrônicos.
Nada no visual denuncia se tratar de um videogame, nem mesmo o novo Kinect, maior e mais pesado do que o primeiro - e muito mais funcional, diga-se de passagem. Se não fosse pelo controle, que preserva os já icônicos botões coloridos, você pensaria se tratar de um player de Blu-ray ou coisa do tipo.
Um detalhe notável do Xbox One é o quanto o aparelho é silencioso: exceto pela luz branca que brilha por trás do logo do console, nada indica que ele está ligado. Outro aspecto importante é a ventilação. O Xbox One é cheio de saídas de ar, inclusive metade da parte superior.
Escaldada pelos problemas de aquecimento no Xbox 360, a Microsoft parece empenhada em evitar o problema de todas as maneiras no Xbox One. Por causa dessas saídas de ar, o videogame não pode ser usado na vertical, apenas na horizontal, ocupando uma área considerável: ele é bem maior do que todos os consoles da geração passada e mesmo do que o rival PlayStation 4, da Sony. E ainda por cima conta com uma volumosa fonte externa, herança do X360.

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